Depois de uma assembleia que terminou às 23h da noite desta
segunda-feira (23/01) os motoristas e cobradores das empresas de
transporte coletivo de Campos iniciaram, às 0 horas desta terça-feira
(24/01), uma paralisação de 24 horas. Pegas de surpresa, centenas de
pessoas se aglomeraram nos pontos de ônibus em toda a cidade e se
deparam somente com vans lotadas e carros de passeio como opção.
De
acordo com o presidente do Sindicato da categoria, Roberto Virgílio, o
motivo da paralisação foi não só o atraso do pagamento de dezembro, que
deveria ter sido feito até o último dia 5 deste mês, mas também uma
série de reivindicações como o repasse do INSS que é devidamente
descontado; as férias de muitos trabalhadores que já gozaram do direito,
sem receber; cerca de 200 rescisões de uma única empresa que ainda não
foram pagas; contra-cheques que não são fornecidos aos funcionários e o
fim do acúmulo da função de motoristas que também atuam como cobradores.
Segundo Roberto Virgílio, até o momento, nenhuma empresa entrou em contato com o sindicato para buscar um consenso sobre a paralisação. Uma nova assembleia está marcada para às 20h desta terça e nela motoristas e cobradores devem decidir o fim ou a continuidade do movimento.

Na reunião que antecedeu à paralisação e que contou com a participação de representantes da Federação Estadual dos Trabalhadores no Transporte e da diretoria da Nova Central Sindical a qual o Sindicato dos Rodoviários de Campos é filiado, motoristas e cobradores disseram que os patrões alegaram não ter previsão para colocar os salários em dia.
Durante toda a madrugada, funcionários fizeram piquetes em frente aos portões das empresas, para impedir que os coletivos deixassem as garagens.
Segundo Roberto Virgílio, até o momento, nenhuma empresa entrou em contato com o sindicato para buscar um consenso sobre a paralisação. Uma nova assembleia está marcada para às 20h desta terça e nela motoristas e cobradores devem decidir o fim ou a continuidade do movimento.
Na reunião que antecedeu à paralisação e que contou com a participação de representantes da Federação Estadual dos Trabalhadores no Transporte e da diretoria da Nova Central Sindical a qual o Sindicato dos Rodoviários de Campos é filiado, motoristas e cobradores disseram que os patrões alegaram não ter previsão para colocar os salários em dia.
Durante toda a madrugada, funcionários fizeram piquetes em frente aos portões das empresas, para impedir que os coletivos deixassem as garagens.
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