segunda-feira, 7 de novembro de 2011

ECONOMIA Garotinho e Rosinha em reunião no Rio para manifestação

A Prefeita Rosinha Garotinho participou nesta segunda-feira (07) de entrevista coletiva, no Rio de Janeiro, sobre a mobilização  dos municípios fluminenses, que será realizada nesta quinta-feira (10), na Candelária, em defesa dos royalties do petróleo. Da  coletiva, participaram o governador Sérgio Cabral, deputados estaduais e parlamentares da bancada fluminense, como os deputados Anthony Garotinho e Paulo Feijó.

Embora considere tardia, a prefeita acha importante a mobilização.  “Acho importante a mobilização, mas acho também que ela já deveria ter sido feita. Talvez tudo isso estivesse sendo evitado”. Para ela, a estratégia está errada. “Não basta que a Presidente Dilma Roussef vete o projeto porque ele vai voltar para o Congresso. Todo mundo fala em  distribuição igualitária, mas isso não existe. Não existe no Fundo de Participação de Especial (FPE) e nem no Fundo de Participação dos Municípios (FPM).  As contribuições do governo federal também são desiguais”, disse a prefeita, observando que royalties são indenizações que são previstas na Constituição Federal apenas para Municípios e Estados Produtores.

O deputado Anthony Garotinho também defende que seja criado um novo texto que mantenha as  cotas já licitadas. “Eu acho que apostar na mobilização é correto. Não se pode apostar no veto da Presidente Dilma. O correto é construir na Câmara dos Deputados um novo projeto, onde conste que os direitos adquiridos pelo Estado, os contratos já licitados, não possam ser mexidos”, adiantou o parlamentar.
Para o senador Marcelo Crivella,  o desejo é de que o Brasil seja sensível a esta questão. “Espero que, agora, possamos ser ouvidos. No Senado, éramos apenas três. Queremos dividir daqui  para frente. Como vai tirar R$ 1 bilhão de Campos, R$ 3,5 bilhões do Estado do Rio? Não tem condição”, finaliza.

O deputado Paulo Feijó espera que a Presidente Dilma oriente as suas liderenças, principalmente, na Câmara dos Deputados, para que acabe de vez com este problema. “’É um direito nosso. Vamos lutar! Vamos resistir. Isso não pode perdurar”, declara Feijó.

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